Você vai passando pelo asfalto, com casas e prédios, de repente vem um frescor para o corpo e alma: é o Jardim Magnólia, como um oásis verde no meio do deserto, e é!
A placa com uma logo vintage insinua a vida lá dentro. Na vitrine principal dois quadros resumem a história do local, os mimos da vitrine lateral evidenciam a existência de uma colecionadora de “miudezas afetivas”.
A pracinha em frente à vitrine lateral com seus bancos de ferro é um convite para sentar e descansar a mente. E, especialmente para contemplar as plantas, presentes em cada metro cúbico.
Tem o sino de passarinho para tocar se quiser, avisando que você chegou para alegrar mais ainda nosso jardim de amor.
Ao lado da árvore da felicidade, uma pequena vitrine charmosa indica a existência de objetos e mimos de comunidades tradicionais, a força indígena atrai os olhares.
Antes de entrar nesse recanto, não passa despercebido o lampião, ah, é o xodó mor dos moradores. Foi garimpado pelos quatro cantos de Cuiabá, pois a intenção era trazer o ar bucólico de antigamente das praças cuiabanas.
Ah, antes de tudo o mar verde da trepadeira de fora a fora no muro do corredor atrai curiosidade e elogios.
O roteiro poético continua com mais bancos coloridos e de madeira, o jardim inteiro é um convite a sentar e curtir o instante presente.
A primeira sala, da terapeuta Creuza Medeiros, é uma mini galeria de arte, onde a memória afetiva e a arte afetuosa dão a cor, o tom e a toada para alma. Com assinatura da arquiteta Ana Lívero e pitacos da própria “inventora” de moda Creuza.
Ali os clientes se sentem na sala de casa, ainda tendo o prazer de desfrutar de um cafezinho coado ou daquela água geladinha para se refrescar oncalor cuiabano