Tem coisas que a gente repete sem entender por quê. Um tipo de relação que sempre termina do mesmo jeito. Uma dificuldade com dinheiro que parece herdada. Uma tristeza que não combina com a vida que se tem. Ou aquela sensação de estar carregando algo que não é seu.
Muitas pessoas chegam à constelação familiar por esse caminho, não com uma pergunta pronta, mas com um incômodo. E é natural que surjam dúvidas: o que acontece numa sessão? Preciso levar alguém da família? É algo religioso?
Neste texto, explicamos com simplicidade o que é a constelação familiar e como ela acontece aqui no Jardim Magnólia, em Cuiabá.
A constelação familiar é uma abordagem terapêutica desenvolvida pelo alemão Bert Hellinger. Ela parte de uma ideia: cada um de nós faz parte de um sistema maior, a família, e carrega dele vínculos, lealdades e histórias, muitas vezes sem perceber.
Situações vividas por gerações anteriores, como perdas, exclusões, segredos e rupturas, podem continuar ecoando nas relações de hoje. A constelação propõe olhar para esse sistema de outro lugar, trazendo à luz dinâmicas que estavam escondidas.
O objetivo não é encontrar culpados nem reescrever o passado. É ampliar a compreensão sobre a própria história, para que a pessoa possa ocupar seu lugar com mais leveza e fazer escolhas com mais consciência.
No Brasil, a constelação familiar integra a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares do SUS desde 2018. Como toda prática integrativa, ela complementa, e não substitui, o acompanhamento médico, psicológico ou psiquiátrico.
Cada atendimento começa com uma conversa. Você conta, com suas palavras, o que o trouxe até ali: um tema, uma relação, um momento da vida. Não é preciso saber a história completa da família nem ter tudo organizado na cabeça.
A partir dessa escuta, a constelação é montada. Nos atendimentos individuais, a representação do sistema familiar pode ser feita com bonecos, objetos ou marcadores no chão. Nos encontros em grupo, outras pessoas presentes podem ser convidadas a representar membros da família. Em ambos os casos, o processo é conduzido com calma, respeito e sem julgamentos.
Você não precisa levar ninguém da família. A constelação trabalha com a sua percepção e o seu lugar no sistema. Ninguém mais precisa estar presente ou sequer saber que você está fazendo.
Os atendimentos acontecem presencialmente no Jardim Magnólia, uma casa centenária na Rua 24 de Outubro, cercada de verde, ou online, para quem está em outra cidade.
No Jardim Magnólia, Creuza Medeiros também atende com hipnose, e muita gente pergunta qual das duas procurar.
A constelação familiar olha para o sistema: as relações, os vínculos e as histórias de família que influenciam o presente.
A hipnose trabalha com um estado de concentração e relaxamento profundos, em que a pessoa acessa com mais facilidade memórias, emoções e recursos internos.
As duas podem caminhar juntas, e não existe uma escolha certa antes da primeira conversa. No contato inicial, Creuza ajuda você a entender qual abordagem faz mais sentido para o seu momento.
Os atendimentos de constelação familiar e hipnose no Jardim Magnólia são conduzidos por Creuza Medeiros, terapeuta e mentora de mulheres. Ela acompanha a história do Jardim desde o início e criou ali um espaço de escuta e acolhimento.
Creuza também conduz, ao lado de João Félix e Pedro Augusto, o Terapia no Jardim, encontro presencial que reúne constelação familiar, alinhamento energético e hipnose em uma mesma vivência.
Não. É uma abordagem terapêutica, sem vínculo com religião. Pessoas de qualquer crença, ou sem nenhuma, podem participar.
Não. Muita gente chega sabendo pouco sobre avós e bisavós. O trabalho parte do que você traz e do que surge durante o processo.
Sim. Os atendimentos online seguem o mesmo cuidado dos presenciais e são uma boa opção para quem mora fora de Cuiabá ou prefere ser atendido de casa.
Depende de cada pessoa e de cada tema. Às vezes uma constelação já traz bastante clareza. Em outros casos, faz sentido um acompanhamento. Isso é conversado com você, sem pacotes obrigatórios.
Não. Ela é uma prática complementar. Se você faz acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou médico, ele deve continuar.
Nos atendimentos individuais, a sessão é só entre você e a terapeuta. Nos encontros em grupo, você escolhe o quanto quer compartilhar, e todo o processo é conduzido com respeito e sigilo.
Olhar para a própria história familiar pede coragem, mas não precisa ser pesado. No Jardim Magnólia, esse caminho acontece num ambiente de acolhimento, entre plantas, arte e silêncio, no ritmo de cada pessoa.
Se você sentiu que esse pode ser um caminho para você, conheça os atendimentos com Creuza Medeiros ou mande uma mensagem para tirar suas dúvidas.
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Jardim Magnólia
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